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Informação aos consumidores no âmbito da COVID-19

COVID-19

15.10.2020

​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​// Fronteiras 

As fronteiras aéreas, terrestres ​​e fluviais entre Portugal e Espanha voltam a estar abertas a partir de 1 de julho.

São instituídos controlos móveis de caráter aleatório e temporário, pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, a viaturas de transporte coletivo de passageiros, autocaravanas e viaturas ligeiras, nos termos do Despacho n.º 6756-B/2020, de 30 de junho, com vista a informar os cidadãos nacionais de regresso a território nacional, e os cidadãos estrangeiros, dos deveres a que estão sujeitos.
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Mantém-se a interdição ao desembarque de passageiros e tripulações dos navios de cruzeiro nos portos nacionais ​(a partir das 00:00 horas do dia 15 de outubro de 2020 até às 23:59 horas do dia 30​​ de outubro de 2020), qualquer que seja a proveniência, com exceção dos cidadãos nacionais e residentes em Portugal (Despacho n.º 9934-B/20​20, de 14 de outubro).

No que respeita a outro tipo de embarcações, segundo informação disponível no Portal das Comunidades Portuguesas, Portugal aplica neste momento um conjunto de restrições para embarcações de recreio, tendo suspendido a emissão de licenças para terra, e obrigando a confinamento obrigatório a bordo por 14 dias antes de poder desembarcar.​

Mantêm-se algumas restrições nos voos comerciais de passageiros de e para os aeroportos nacionais, a partir das 00:00 horas do dia 15 de outubro de 2020 até às 23:59 horas do dia 31​​ de outubro de 2020, nos termos do previsto no Despacho n.º 9934-A/2020, de 14 de outubro.

Está autorizado o tráfego aéreo entre Portugal e os países que integram a União Europeia, os países associados ao Espaço Schengen (Liech​​​​​​​​​​tenstein, Noruega, Islândia e Suíça) e o Reino Unido nos termos do Acordo de Saída entre a União Europeia e o Reino Unido, assim como, países com situação epidemiológica de acordo com da Recomendação (UE) 2020/1186, do Conselho, de 7 de agosto de 2020, desig​nadamente: Austrália, Canadá, China, Coreia do Sul, Geórgia, Japão, Nova Zelândia, Ruanda, Tailândia, Tunísia e Uruguai​.
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Por Resolução do Conselho de Ministros n.º 55-A/2020, de 31 de julho, fica determinado que todos os passageiros que entrem em território nacional através dos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro ou Beja são sujeitos a controlo de temperatura por infravermelhos. Nos termos definidos, os passageiros podeerão ser sujeitos a teste de diagnóstico RT-PCR à COVID-19, devendo permanecer confinados nas suas residências até receberem o resultado negativo do teste. O controlo de temperatura não se aplica aos passageiros em trânsito desde que permaneçam nos aeroportos.

Por Despacho n.º ​9934-A/2020, de 14 de outubro​, é, ainda, determinado que:
_ os passageiros, de todos os voos de países que não integram a União Europeia ou que não sejam países associados ao Espaço Schengen, autorizados exclusivamente para viagens essenciais, têm de apresentar, antes do embarque, comprovativo de realização de teste laboratorial (RT-PCR) para rastreio da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque, sem o qual não poderão embarcar.
_ Os cidadãos nacionais e cidadãos estrangeiros com residência legal em território nacional e seus familiares e o pessoal diplomático colocado em Portugal, que sejam passageiros em voos autorizados exclusivamente para viagens essenciais,  em voos de apoio ao regresso dos cidadãos nacionais ou titulares de autorização de residência em Portugal, em voos de natureza humanitária e em voos destinados a permitir o regresso aos respetivos países de cidadãos estrangeiros que se encontrem em Portugal, que, excecionalmente, não sejam portadores de comprovativo de realização de teste laboratorial para despiste da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque, à chegada a território nacional são encaminhados, pelas autoridades competentes, para a realização do referido teste em local próprio no interior do aeroporto.
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Para informações adicionais, recomenda-se a consulta do portal das Comunidades Portuguesas, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e da AN​AC.


// Plano de desconfinamento

Portugal encontra-se atualmente, e desde 15 de outubro, em Situação de Calamidade, com o intuito de prevenção, contenção e mitigação da transmissão da infeção.​

Diplomas que regulam a Situação de Alerta, a Situação de Contingência, a Situação de Calamidade e o Estado de Emergência (que vigorou entre 19 de março e 2 de maio):

Resolução do Conselho de Ministros n.​​​º 88-A/2020, de 14 de outubro, declara a Situação de Calamidade em todo o território nacional continental (das 00:00 h do dia 15​​ de outubro de 2020 até às 23:59 h do dia 31 de outubro de 2020)​​​
​_ Resolução do Conselho de Ministros n.​​​º 81/​​​2020, de 29 de setembro, declara a Situação de Contingência em todo o território nacional continental (das 00:00 h do dia 1​​ de outubro de 2020 até às 23:59 h do dia 14 de outubro de 2020)​​​
Resolução do Conselho de Ministros n.​​​º 70-A/2020, de 11 de setembro, declara a Situação de Contingência em todo o território nacional continental (das 00:00 h do dia 15​​ de setembro de 2020 até às 23:59 h do dia 30​ de setembro de 2020)​
Resolução do Conselho de Ministros n.​​​º 68-A/2020, de 28 de agosto, manté​m a Situação de Contingência na Área Metropolitana​ de Lisboa, e Alerta, em todo o território nacional com exceção da Área Metropolitana de Lisboa (das 00:00 h do dia 1​​ de setembro de 2020 até às 23:59 h do dia 14 de setembro de 2020)​
Resolução do Conselho de Ministros n.º 63-A/2020, de 14 de agosto, mantém a Situação de Contingência na Área Metropolitana​ de Lisboa, e Alerta, em todo o território nacional com exceção da Área Metropolitana de Lisboa (das 00:00 h do dia 15​​ de agosto de 2020 até às 23:59 h do dia 31 de agosto de 2020)
_ Resolução do Conselho de Ministros n.º 55-A/2020, de 31 de julho, declara a Situação de Contingência na Área Metropolitana​ de Lisboa, e Alerta, em todo o território nacional com exceção da Área Metropolitana de Lisboa (das 00:00 h do dia 1​​ de agosto de 2020 até às 23:59 h do dia 14 de agosto de 2020)
Resolução do Conselho de Ministros n.º 53-A/2020​, de 14 de julho, mantém a declaração da Situação de Calamidade, em 19 freguesias da Área Metropolitana de Lisboa, Contingência, na Área Metropolitana​ de Lisboa com exceção das 19​ freguesias​, e Alerta, em todo o território nacional com exceção da Área Metropolitana de Lisboa (das 00:00 h do dia 15​​ de julho de 2020 até às 23:59 h do dia 31 de julho de 2020)
Resolução do Conselho de Ministros n.º 51-A/2020​, de 26 de junho, declara a Situação de Calamidade, em 19 freguesias da Área Metropolitana de Lisboa, Contingência, na Área Metropolitana de Lisboa com exceção das 19​ freguesias​, e Alerta, em todo o território nacional com exceção da Área Metropolitana de Lisboa (das 00:00 h do dia 1 de julho de 2020 até às 23:59 h do dia 14 de julho de 2020)
Resolução do Conselho de Ministros n.º 43-B/2020, de 12 de junho, alterada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 51-A/2020​, de 26 de junho, de 26 de junho, prorroga Situação de Calamidade em todo o território nacional (das 00:00 horas do dia 15 de junho de 2020 até às 23:59 horas do dia 30 de junho​ de 2020)
Resolução do Conselho de Ministros n.º 40-A/2020, de 29 de maio, prorroga Situação de Calamidade (das 00:00 horas do dia 1 de junho de 2020 até às 23:59 horas do dia 14 de junho​ de 2020)
_ Resolução do Conselho de Ministros n.º 38/2020, de 17 de maio, prorroga Situação de Calamidade (das 00:00 horas do dia 18 de maio de 2020 até às 23:59 horas do dia 31 de maio de 2020)
_ Resolução do Conselho de Ministros n.º 33​-A/2020, de 30 de abril, declara a Situação de Calamidade (das 00:00 horas do dia 3 de maio de 2020 até às 23:59 horas do dia 17 de maio de 2020) ​e publica as fases de desconfinamento previstas para as várias áreas da sociedade, que podem ser consultadas numa versão simples e cronológica em EstamosON | Plano de Desconfinamento – Medidas Gerais

A estratégia de desconfinamento é reavaliada quinzenalmente em concordância com o período da declaração de Situação de Calamidade, Contingência e Alerta, podendo ser prorrogada e a estratégia ajustada em função dessa avaliação.

_ Decreto do Presidente da República n.º 20-A/2020, de 17 de abril, com autorização por Resolução da Assembleia da República n.º 23-A/2020, de 17 de abril, 2ª renovação o Estado de Emergência (das 0:00 horas do dia 18 de abril de 2020 às 23:59 horas do dia 2 de maio de 2020)
_ Decreto do Presidente da República n.º 17-A/2020, de 2 de abril, com autorização por Resolução da Assembleia da República n.º 22-A/2020, de 2 de abril, renova o Estado de Emergência (das 0:00 horas do dia 3 de abril de 2020 às 23:59 horas do dia 17 de abril de 2020)
_ Decreto do Presidente da República n.º 14-A/2020, de 18 de março, com autorização por Resolução da Assembleia da República n.º 15-A/2020, de 18 de março, declara o Estado de Emergência (das 0:00 horas do dia 19 de março de 2020 às 23:59 horas do dia 2 de abril de 2020)


// Viagens para Portugal

O Ministério dos Negócios Estrangeiros publicou no Portal das Comunidades Portuguesas um folheto​​​ d​​irigid​o aos viajantes para Portugal​ com um conjunto de conselhos para a deslocação a Portugal e para que possa ser programada e concretizada sem transtornos.​ São, igualmente, disponibilizadas perguntas frequentes e respetivas respostas. (atualização de 15 outubro de 2020)

Recomenda-se que a decisão de viajar assente nas orientações emanadas pelos Mini​​stérios dos Negócios Estrangeiros ou equivalente do país de origem. ​

Os cidadãos devem permanecer atentos à existência de possíveis restrições à entrada e circulação em outros países. Recomenda-se a consulta frequente dos portais das autoridades dos países de passagem e dos Conselhos ao​s​ Viajantes gerais do Portal das Comunidades. 


// Turistas e viajantes estrangeiros que se encontram em Portugal 

Em caso de sintomas suspeitos é importante reagir com serenidade de acordo com as indicações da Direção-​Geral da Saúde (DGS), sendo que o primeiro passo é sempre ligar para a linha de contacto do Serviço Nacional de Saúde (808 24 24 24), em vez de uma deslocação imediata aos serviços de saúde. 

Portugal está empenhado em manter níveis de bom acolhimento a todos os turistas, independentemente dos países de origem, cuidando de seguir as recomendações da DGS caso se esteja na presença de sintomas suspeitos. 


Recomenda-se que a decisão de viajar assente nas orientações emanadas pelas Autoridades e Governo do país de origem.


// Recomendações sobre viagens indispensáveis ao estrangeiro nos próximos meses (4 junho 2020)

O Ministério dos Negócios Estrangeiros publicou no Portal das Comunidades Portuguesas um conjunto de reco​mendações sobre os cuidados a ter na preparação da viagem, a informação a considerar, os constrangimentos possíveis e como superá-los, os apoios disponíveis junto da rede consular e o que não constitui obrigação do Estado.


// Viagens na União Europeia

Com o objetivo de informar e relançar com segurança a livre circulação e o turismo na União Europeia, a Comissão Europeia lançou a plataforma R​​e-open EU (Reabrir a UE), disponível nas 24 línguas oficiais da UE, que agrega informações essenciais em tempo real sobre as fronteiras, as restrições em matéria de viagem, as medidas de saúde pública e de segurança, como o distanciamento físico ou a utilização de máscaras, bem como outras informações práticas para os viajantes.
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// Portugueses fora de Portugal: ​Linha de Emergência COVID-19 do Ministério dos Negócios Estrangeiros 

Com o objetivo de dar apoio aos portugueses que se encontrem transitoriamente em viagem no estrangeiro e necessitem de ajuda para regresso a Portugal, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) criou a linha de emergência COVID-19, serviço assente no endereço de e-mail (covid19@mne.pt) e na linha telefónica (+351 217 929 755). Esta linha de emergência para viajantes estará disponível em dias úteis, entre as 9h e as 17h, e, fora deste horário, será complementada pela atividade do Gabinete de Emergência Consular (GEC) em funcionamento 24 horas por dia.  
 

// Viagens contratadas junto de Agências de Viagens e reservas de alojamento com pagamento não reembolsável

O Decreto-Lei n.º 17/2020, de 23 de abril​, em vigor a partir do dia 24 de abril de 2020, estabelece medidas excecionais e temporárias no setor do turismo, nomeadamente na relação entre as empresas e os consumidores, para os contratos com serviços previstos para o período entre 13 de março de 2020 e 30 de setembro de 2020:

Viagens organizadas por agências de viagens e turismo

As viagens que não sejam efetuadas ou que sejam canceladas por facto imputável à pandemia COVID-19, conferem o direito a uma das seguintes opções: 

_ emissão de um vale de igual valor ao pagamento efetuado pelo viajante, válido até 31 de dezembro de 2021: 
_ o vale é emitido à ordem do portador e é transmissível por mera tradição; 
_ caso seja utilizado para a realização da mesma viagem, ainda que em data diferente, mantém-se o seguro que tiver sido contratado no momento da aquisição do serviço de viagem; 
_ se não for utilizado até 31 de dezembro de 2021, o viajante tem direito ao reembolso, a efetuar no prazo de 14 dias corridos.
_ reagendamento da viagem até 31 de dezembro de 2021:
_ caso o reagendamento não seja efetuado até 31 de dezembro de 2021, o viajante tem direito ao reembolso, a efetuar no prazo de 14 dias corridos. 

Este regime aplica-se igualmente às viagens de finalistas ou similares, podendo os viajantes optar por qualquer uma das modalidades acima previstas.

Os viajantes que se encontrem em situação de desemprego, podem pedir, até ao dia 30 de setembro de 2020, o reembolso da totalidade do valor despendido, a efetuar no prazo de 14 dias corridos.​

O incumprimento imputável às agências de viagens destas medidas excecionais e temporárias permite aos viajantes acionar o Fundo de Garantia de Viagens e Turismo, previsto no Decreto-Lei n.º 17/2018, de 8 de março.

Cancelamento de reservas em empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local

As reservas efetuadas, diretamente pelo hóspede no empreendimento ou alojamento, ou através de plataformas online (em linha), ou através de agências de viagens e turismo (quando não abrangidas pelo previsto neste diploma para as viagens organizadas), na modalidade de não reembolso das quantias pagas, que não sejam efetuadas ou que sejam canceladas por facto relacionado com a declaração de estado de emergência decretado no país de origem ou em Portugal ou, ainda, com o encerramento de fronteiras imputável à pandemia COVID-19, conferem o direito a uma das seguintes opções:

_ emissão de um vale de valor igual ao pagamento efetuado pelo hóspede, válido até 31 de dezembro de 2021; 
_ o vale é emitido à ordem do hóspede e é transmissível por mera tradição;
_ pode ser utilizado por quem o apresentar também como princípio de pagamento de serviços de valor superior, de acordo com a disponibilidade do empreendimento ou estabelecimento e nas condições aplicáveis nas novas datas pretendidas;
_ caso não seja utilizado até 31 de dezembro de 2021, o hóspede tem direito ao reembolso, a efetuar no prazo de 14 dias corridos. 

_ reagendamento da reserva do serviço de alojamento até 31 de dezembro de 2021, por acordo entre o hóspede e o empreendimento turístico ou o estabelecimento de alojamento local
_ o reagendamento tem de ser efetuado diretamente com o empreendimento turístico ou o estabelecimento de alojamento local. 
_ caso o reagendamento não seja efetuado até essa data, por falta de acordo entre o empreendimento turístico ou o estabelecimento de alojamento local e o hóspede, este tem o direito de ser reembolsado da quantia que haja pago aquando do cancelamento da reserva, a efetuar no prazo de 14 dias corridos. 
_ caso o reagendamento seja feito para data em que a tarifa aplicável esteja abaixo do valor da reserva inicial, a diferença deve ser usada noutros serviços do empreendimento turístico ou do estabelecimento de alojamento local, não sendo devolvida ao hóspede se este não a utilizar.

Estas opções não são aplicáveis às reservas reembolsáveis, devendo nesse caso aplicar-se as regras de cancelamento dos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local.

Os hóspedes que se encontrem em situação de desemprego podem pedir, até ao dia 30 de setembro de 2020, o reembolso da totalidade do valor despendido, a efetuar no prazo de 14 dias corridos.


// Voos comprados através de plataformas online (Rumbo, Gotogate, mytryp, etc.)

Viajantes que pretendem efetuar o cancelamento, mas recebem informação de que a companhia aérea não pretende fazer o reembolso:

_ Tratando-se de matéria da competência da entidade reguladora das companhias aéreas deverá ser consultada a Associação Nacional de Aviação Civil (ANAC):
Telefone: +351 21 284 22 26
Mais informação: AN​AC.

_ Tratando-se de agências online que não se encontram registadas no RNAVT, sugere-se o contacto com o Centro Europeu do Consumidor:
Telefone: + 351 21 356 47 50
Fax: + 351 21 356 47 19
​Mais informaçãohttp://cec.consumidor.pt.


// COVID-19: Informação sobre serviços públicos​​

No contexto atual de medidas extraordinárias para resposta à situação epidemiológica da COVID-19 (doença por coronavírus), é recomendado que os cidadãos privilegiem os canais digitais para acederem aos serviços públicos.
Mais informação: ​​e​portugal.
​​​​​
​O privilégio dos canais digitais aplica-se, igualmente, ao livro de reclamações estando suspensa a obrigatoriedade, durante o período em que vigorar o estado epidemiológico resultante da COVID-19, da sua disponib​ilização no formato em papel, podendo o consumidor utilizar a plataforma do livro de reclamações eletrónico ou reclamar junto da entidade fiscalizadora ou reguladora competente (Decreto-Lei n.º 20/2020​, de 1 de maio).

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// Atendimento no Turismo de Portugal


_ No caso de empresários e empreendedores do setor do Turismo
E-mail: apoioaoempresario@turismodeportugal.pt (contacto preferencial)
Telefone: 808 209 209

_ Contactos gerais​
E-mail: info@turismodeportugal.pt; (contacto preferencial)
Telefone: 211 140 200​​






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