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Boas práticas de acessibilidade - alojamento turístico

Turismo acessível

Com o crescimento anual do segmento do turismo acessível, verifica-se uma necessidade cada vez maior de adaptar o alojamento turístico às necessidades específicas da procura.

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​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​É muito importante assegurar às pessoas com necessidades específicas, tanto quanto possível, um nível de autonomia que lhes permita sentirem-se seguras e satisfeitas com o serviço prestado. A possibilidade de utilização integral das diversas valências do alojamento turístico (restaurante, bar, piscina, spa, ginásio, sala de reuniões, etc.) é sinal de que pretende assegurar um acolhimento de qualidade para todos. 

Descubra que, afinal, existem soluções de fácil implementação.


Dicas para tornar o seu Alojamento Turístico (+) acessível:

Acesso exterior
O percurso acessível exterior deve estar bem identificado, bem como o acesso a todas as instalações do empreendimento, através de sinais normalizados ou outros de fácil e rápida perceção. As escadas ou desníveis superiores devem ser compensados através de rampa. Em caso de impossibilidade, devem existir outros meios de elevação (ex. plataformas, elevadores, etc.).

Atendimento adequado

​O ato da reserva e do check-in deve ser aproveitado para recolher toda a informação possível junto do cliente sobre as suas limitações e necessidades específicas, de modo a perceber o seu grau de autonomia e o tipo de ajuda que precisa. Assim, o serviço poderá ser ajustado às expectativas do cliente.  Um bom exemplo de atendimento correto é disponibilizar um balcão rebaixado, que permite um melhor acolhimento do cliente em cadeira de rodas, de pessoas de baixa estatura e de crianças.

Quarto adaptado

Os quartos devem possuir espaços amplos que permitam a livre circulação, podendo remover algum mobiliário, de acordo com a necessidade do cliente. As instalações sanitárias devem possuir barras laterais, que poderão ser amovíveis. Na banheira ou chuveiro deverá existir um banco de apoio e barras de apoio e o piso deve ser antiderrapante nas áreas escorregadias, com diferentes texturas e cores contrastantes.

Restaurantes e bares

Devem ser verificadas previamente as condições de acessibilidade ao espaço e a disponibilidade de produtos de apoio para acolher e servir o cliente na sala de refeições e nas zonas de bar e efetuar os preparativos correspondentes, de acordo com o tipo de limitações que o cliente possa apresentar. A configuração das salas de refeição deve permitir uma circulação de forma autónoma e natural, em todo o espaço, incluindo as instalações sanitárias. As ementas devem adequar-se à diversidade de alergias alimentares existentes, para precaver potenciais acidentes.

Serviços complementares

A deslocação no interior da unidade hoteleira deve ser facilitada, permitindo o acesso a todos os serviços disponibilizados, como o restaurante, os quartos, a piscina, o ginásio, o spa, as salas de conferências, as instalações sanitárias, os elevadores, etc. A rede de espaços e percursos acessíveis deve permitir ao cliente usufruir com autonomia.

_ Websites acessíveis

​Garantir a acessibilidade ao site do empreendimento aos utilizadores que possuam algum tipo de necessidade específica, no que se refere aos mecanismos de navegação e de apresentação dos sites, à operação com software e com hardware. O nível de acessibilidade do site pode ser verificado através do ACCESS MONITOR.

Formação dos colaboradores

Assegurar formação dos colaboradores, principalmente daqueles que interagem diretamente com os clientes – front-office, serviços de bar e restauração, ginásio, spa, piscina, room-service, entre outros. O pacote formativo "Turismo Inclusivo - competênc​ias de atendimento para pessoas com necessidades especiais" é desenvolvido em 4 módulos de 25 horas cada – base, alojamento, restauração e bebidas e outros serviços.


No “Guia de Boas Práticas de Acessibilidade na Hotelaria” estão disponíveis informações técnicas e recomendações quer na ótica do serviço quer das acessibilidades físicas, com base na legislação em vigor, o Decreto-Lei n.º163/2006, de 8 de agosto.



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